Alfredo Henrique

Mandado de busca e apreensão pretende apreender celular de Thamires Costa Mathias, com o qual teria trocado mensagens com vítima

Alfredo Henrique

10/09/2026 12:19

Reprodução/Facebook

Policiais civis foram até a residência da irmã do policial militar Vinícius Costa Silva, preso sob a suspeita de envolvimento na morte da esposa, para o cumprimento de um mandado de busca e apreensão.

Thamires Costa Mathias, de 19 anos (imagem em destaque), não estava no imóvel, onde reside com os pais, que recepcionaram os investigadores, na manhã desta quinta-feira (10/9), na Grande São Paulo. A coluna apurou, com fontes que acompanham o caso, que o objetivo do mandado seria a apreensão do celular da jovem.

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A técnica em radiologia deixa um filho de 2 anos
Arquivo Pessoal
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Ela passava por turbulência no relacionamento com o companheiro, um soldado da PM
Arquivo Pessoal
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Larissa foi morta com tiro em banheiro de casa
Arquivo Pessoal
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Larissa treinou tiro semanas antes de morrer
Arquivo Pessoal
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Larissa enviou mensagens mencionando o consumo de remédios controlados
Arquivo Pessoal
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Técnica em radiologia trocava mensagens com cunhada
Reprodução/WhatsApp e Arquivo Pessoal
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Ela admitiu ter tomado ao menos dez sedativos para dormir
Reprodução/WhatsApp
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Cunhada se preocupa com Larissa
Reprodução/WhatsApp
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Reprodução/Instagram
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Reprodução/Instagram
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Reprodução/Arquivo Pessoal
Foi por meio do aparelho que ela teria trocado mensagens com Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, nos dias que antecederam a morte da técnica em radiologia, decorrente de um tiro na cabeça, quando ela estava no chuveiro, em casa, no domingo (6/9).
Aos policiais, os pais de Thamires afirmaram que ela estaria dormindo na casa de uma amiga, cujo endereço desconhecem. Até a publicação desta reportagem, não havia confirmação se o celular havia sido apreendido.
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A coluna procurou Thamires, por meio de mensagem, mas não obteve retorno até a publicação deste texto. O espaço segue aberto para manifestações.
Tiro dado atrás da cabeça
Como antecipou a coluna, o laudo necroscópico de Larissa confirmou que a técnica em radiologia morreu em consequência de traumatismo craniano provocado por disparo de arma de fogo. A previsão é a de que o documento seja entregue à Polícia Civil, oficialmente, nesta quinta-feira (10/9).
O laudo – cujo teor foi confirmado à coluna por fontes que acompanham o caso – detalha ainda a trajetória do único projétil que atingiu a vítima. Segundo o documento, a bala entrou pela lateral esquerda da cabeça e saiu pela lateral direita, em uma região um pouco mais alta do crânio.
Ainda segundo o exame, o trajeto ocorreu “de trás para frente e da esquerda para direita”. O projétil não foi localizado após deixar o corpo. O laudo registra que Larissa foi atingida por um único disparo.
A defesa do policial militar sustenta a tese de que Larissa se matou, após o término do relacionamento com Vinícius, que sustenta a mesma versão. Ele segue encarcerado no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte paulistana.


