A Barbados Union of Teachers (BUT) está se preparando para um confronto com os oficiais da educação sobre o que diz serem tentativas de envolver professores na Academia Alma Parris como contratados independentes.
"Isso seria sem precedentes no setor educacional de Barbados", disse o presidente da BUT, Rudy Lovell, em uma declaração.
A união insiste que os professores são servidores públicos vinculados pela Lei do Serviço Público, a Lei da Educação, as Ordens Gerais e outras diretrizes do serviço público, incluindo horários fixos e horas de trabalho agendadas, em contraste com um contratado independente.
"Um contratado independente é uma pessoa ou empresa autônoma que presta serviços específicos a um cliente, mantendo o controle total sobre como o trabalho é realizado.", A união repudia tal tentativa, pois ela vai contra os princípios de contratação estabelecidos para professores de acordo com as leis de Barbados", disse Lovell.
O conflito remonta à forma como a escola, em Speightstown, St Peter, foi equipada quando se reabriu em janeiro do ano passado. De acordo com a BUT, os oficiais da academia e do Ministério da Educação Transformação mantiveram que não existem cargos de ensino estabelecidos na Alma Parris para acomodar os professores ali designados.
A união disse que desde então aprendeu que, na verdade, nenhum cargo havia sido criado, pois as recomendações na época cobriam apenas um diretor, vice-diretor, conselheiro de orientação e assistente social, com professores redistribuídos do sistema secundário enquanto mantinham seus cargos substanciais. Não houve previsão para professores em tempo parcial, apesar da aparente necessidade deles, apontou.
A BUT acusou que, desde a reabertura, a escola tem sido atingida por turbulência administrativa, passando por dois diretores e dois vice-diretores, incluindo um caso em que um vice-diretor foi revertido para seu cargo substancial após ficar incerto quem havia autorizado sua nomeação. Disse que as consequências foram visíveis nos números de pessoal, pois a Academia Alma Parris agora atende apenas 33 alunos, com seu corpo docente diminuindo de um original de 13 professores para apenas seis porque funcionários deixaram devido a disputas não resolvidas. Lovell disse que repetidamente levantaram essas preocupações com o conselho de administração da escola e com o ministério. O líder do sindicato disse que, apesar do engajamento ativo entre o sindicato, o conselho e o ministério sobre anomalias nos contratos dos professores, as autoridades prosseguiram com a publicidade das vagas na escola mesmo assim. "O sindicato se opõe fortemente a essa abordagem, mantendo que os professores fazem parte do serviço público e, portanto, devem operar dentro do quadro estabelecido pela Lei do Serviço Público, pela Lei da Educação e seus regulamentos, pelas Ordens Gerais e por outras diretrizes aplicáveis ao serviço público, que incluem seguir um horário e tempo de trabalho agendado", disse Lovell.
Ele disse que prestadores de serviços independentes podem negociar os termos e condições de trabalho e remuneração.
"Em suma, um prestador de serviços independente é uma pessoa autônoma ou empresa que presta serviços específicos a um cliente, mantendo o controle total sobre como o trabalho é realizado. O sindicato repudia tal tentativa, pois ela vai contra os princípios de contratação estabelecidos para professores de acordo com as leis da Barbados.
Ele acrescentou que o sindicato esgotou todos os caminhos em um esforço para resolver essa questão, apontando que autoridades na escola e no Ministério da Educação Transformação mantiveram que não existem cargos docentes estabelecidos na Academia Alma Parris para acomodar os professores selecionados e designados para a escola pelo ministério a partir de janeiro de 2025.
"O sindicato considera essa ação inaceitável e está deixando claro que pretende proteger seus membros e seus direitos a todo custo", disse Lovell.
Os esforços para alcançar autoridades do Ministério da Educação Transformação para um comentário sobre o assunto foram infrutíferos. (PR/DDS)


